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Cartela de cores

Qualquer modelo pode ser feito em qualquer cor da cartela. É só escolher em "Outra cor da cartela" na ficha do produto.

Couro fly

O couro protagonista da coleção, com textura delicada e grão natural. Preço de tabela.

Couros especiais

Peles com acabamento trabalhado: arraia, tressê, croco e metalizados.

+15% sobre a tabela

Nos modelos que já aparecem em couro especial no catálogo, a produção é garantida. Nos demais, o item entra no pedido sob confirmação de disponibilidade.

Condições comerciais

A gente quer que a Edubolsas faça parte da sua loja com tranquilidade. Estas são as condições do atacado:

Dúvidas? Fale com a nossa consultora de atacado: WhatsApp (18) 3995-1124.

Nossa história · desde 1967

Três gerações fazendo bolsas para durar.

A Edubolsas nasceu em 1967, em Indiana, no interior de São Paulo, e hoje é conduzida pela terceira geração da família. Do design ao acabamento, tudo é feito na nossa fábrica.

1967fundada em Indiana-SP
3ªgeração da família
+1Mbolsas produzidas
100%couro legítimo
Como surgiu a Edubolsas

Contada por quem viveu

Uma família de costureiras que começou fazendo pastas escolares e nunca abriu mão da qualidade. Neste vídeo curto, a história da fábrica contada pela própria família.

O vídeo tem legenda, dá para assistir sem som.

Modelos que marcaram a nossa história

De 1967 até hoje

Arraste para o lado e veja como os nossos modelos acompanharam cada época, sempre em couro legítimo.

Bolsa branca estruturada, com alça dupla e fecho de presilha
1970Bolsa estruturada com alça dupla
Bolsa vermelha com laço e fivela, com a etiqueta Edubolsas da época
Anos 70Laço e fivela, com a etiqueta da época
Bolsa saco marrom com tachas e alça de cordão
Anos 70Bolsa saco com tachas
Bolsa vermelha franzida com alça fina
1973Franzida com alça fina
Bolsa dourada amassada com a etiqueta Edubolsas da época
Do nosso acervoDourada, com a etiqueta da época
Bolsa bege texturizada em formato de concha
Do nosso acervoFormato de concha
Modelo 028: bolsa transversal com aba lisa e corpo com textura de cobra, em bege
Ref. 028Transversal com textura de cobra
Modelo 042: bolsa de ombro caramelo com alças de argola e a etiqueta Edubolsas da época
Ref. 042Ombro com alças de argola
Bolsa de ombro caramelo com argolas
2005Ombro caramelo com argolas
Bolsa de ombro azul-clara
Do nosso acervoOmbro azul-clara
Modelo 107: bolsa tote coral com couro vazado a laser sobre fundo dourado
Ref. 107Tote com couro vazado a laser
Modelo 183: bolsa saco nude com textura de cobra e corrente dourada grossa
Ref. 183Saco com corrente dourada
Modelo 279: bolsa de mão estruturada em verniz vermelho
Ref. 279De mão em verniz
Modelo 479: bolsa para celular verde com pespontos em V e corrente dourada
Ref. 479Porta-celular com pespontos
Bolsa dourada texturizada com alça de corrente
2023Dourada com alça de corrente
Modelo 527: bolsa de ombro off-white com acabamento preto
Ref. 527Off-white com acabamento preto
Modelo 530: bolsa matelassê verde erva-doce com fecho de cristal e alça de corrente
Ref. 530Matelassê com fecho de cristal
Modelo 563: bolsa de mão com nós nas alças, na cor argila
Ref. 563De mão com nós nas alças
Modelo 594: bolsa com aba em couro croco e alça de corrente, off-white
Ref. 594Aba croco com corrente
Fábrica própria · Indiana-SP

Feita à mão, do design ao acabamento

Cada bolsa é feita à mão, do design ao acabamento, passando pelo corte. Quem desenha, corta e costura trabalha no mesmo lugar, por mãos brasileiras. É isso que garante o mesmo padrão em cada lote e permite fazer qualquer modelo em qualquer cor da cartela.

Mão desenhando a lápis o croqui de uma bolsa matelassê com alça de corrente
CriaçãoCada coleção começa no croqui, desenhado à mão.
Artesão da Edubolsas riscando o molde de uma bolsa no papel
MoldeO desenho vira molde, riscado no papel.
Gravação da marca EB no couro, com a placa dourada ao lado
A marca no couroA gravação EB, peça por peça.
Costureira da Edubolsas costurando uma bolsa de couro caramelo na máquina
CosturaA bolsa ganha forma na máquina de coluna.
Montagem das alças e ferragens sobre a bancada
AcabamentoAlças, tranças e ferragens montadas à mão.
Sustentabilidade na prática

O que já funciona na fábrica hoje

2018usina solar em operação
60placas solares no telhado
100%da energia vem do sol
Zeroretalho descartado: vira peça ou é doado
Para contar na sua loja

Frases prontas para a sua equipe

Use no balcão, nas etiquetas e nas redes sociais. São informações da nossa fábrica: pode repassar à cliente. Toque em "Copiar" e cole onde quiser.

  • Couro legítimo, feito à mão em Indiana, no interior de São Paulo, desde 1967.
  • Feita à mão, do design ao acabamento, passando pelo corte.
  • É uma fábrica de família, já na terceira geração.
  • A fábrica funciona com energia solar desde 2018.
  • Até a embalagem em que a bolsa sai da fábrica é biodegradável.
  • O retalho do couro vira chaveiro e detalhe de bolsa. Não vai para o lixo.
Dicas de VM para o lojista

Vitrine que vende.

Sete em cada dez decisões de compra acontecem dentro da loja. Reunimos aqui, em quatro partes, o que a gente faz na nossa loja para a bolsa sair da prateleira. Nenhuma dica pede reforma nem móvel novo.

Parte 1 de 4

Como o VM faz você vender mais

Visual merchandising, o VM, é o jeito de mostrar as peças para que a cliente veja, deseje e leve. A vitrine, a luz, as cores, a altura de cada prateleira e o caminho que ela faz lá dentro conversam com ela antes de qualquer palavra.

70%das decisões de compra acontecem dentro da loja, diante da prateleira.Estudo da Nielsen citado na pesquisa da FGV "A influência da vitrine na decisão de compra".

O que a ciência do consumo já descobriu

O antropólogo do varejo Paco Underhill passou anos observando, com câmeras, como as pessoas compram. Algumas descobertas do livro Vamos às compras:

  • Os primeiros passos não contam. Logo depois da porta, a cliente ainda está se acostumando com a luz e quase não repara no que está ali. A peça mais bonita fica alguns passos para dentro.
  • A maioria vira para a direita. É o melhor lugar para a novidade e para o que você quer que ela veja primeiro.
  • Corredor apertado espanta. Quem esbarra numa arara ou em outra pessoa costuma desistir daquele canto. Espaço para circular também vende.
  • Perto do caixa mora a compra por impulso. É o lugar das carteiras, dos porta-cartões e dos chaveiros.
Vitrine da loja Edubolsas com uma bolsa em destaque no centro, iluminada, e cubos mais baixos nas laterais

A vitrine decide se ela entra

Na pesquisa da FGV, as clientes preferiram vitrines com poucas peças e boa iluminação. Uma delas resumiu: "Se não tiver o preço, dificilmente eu entro." Cinco a sete peças bem escolhidas dizem mais do que uma vitrine cheia. Na nossa vitrine:

  1. Uma peça herói, sozinha, no centro e mais alta que as outras.
  2. Luz de cima, apontada para as peças, e não para o vidro.
  3. Cubos mais baixos nas laterais: o olhar faz um triângulo e passa por tudo.
  4. Preço em cada peça, com letra que dá para ler de fora.

Fique de olho: preço à vista legível na vitrine é mais do que boa prática. É o que pede a Lei 10.962/2004.

Faça o teste: 5 minutos com olhos de cliente

Próxima parte: bolsa e carteira juntas →
Parte 2 de 4

3 jeitos de vender bolsa e carteira juntas

Muita cliente entra decidida a comprar uma bolsa. Se a carteira da mesma cor estiver logo ali, a pergunta muda: em vez de "qual bolsa eu levo?", vira "levo as duas?". No VM, isso se chama exposição cruzada: colocar lado a lado peças que se completam, para a cliente enxergar o conjunto sem ninguém precisar oferecer.

Nicho da loja Edubolsas com bolsas pretas, douradas e brancas, cada uma com a carteira da mesma cor na frente

Os 3 jeitos de montar o conjunto

  1. Na prateleira: a bolsa atrás dá a altura, a carteira fica na frente, mais baixa, no nível da mão. Mesma cor e mesmo couro.
  2. No balcão: um ou dois conjuntos já embalados, com laço e cartão, perto do caixa. Quem está sem tempo encontra o presente resolvido.
  3. Na vitrine: um par como destaque da semana, com o preço de cada peça e uma plaquinha simples: "Conjunto para presentear". Na semana seguinte, troque a cor.
2 ou 3 parespor prateleira bastam. Com mais que isso, o conjunto some no meio das outras peças.
Bolsa de couro marrom com bolso frontal de textura trançada e a carteira com a mesma textura na frente

O gesto que vende o conjunto

Não pergunte se ela quer ver: pegue a carteira e mostre as duas juntas. "Olha como ficam juntas, é o mesmo couro." Se for para presentear, já ofereça embalar o conjunto.

No seu pedido, a nossa consultora combina bolsas e carteiras da mesma cor, para os conjuntos chegarem prontos para a prateleira.

Próxima parte: 5 técnicas de VM →
Parte 3 de 4

5 técnicas de VM para vender mais bolsas

A mesma bolsa pode passar despercebida numa prateleira e ser a primeira a sair em outra. Na maioria das vezes, o que muda não é a bolsa: é o jeito de mostrar.

Estante da loja Edubolsas com bolsas em tons de caramelo, nude e areia e uma bolsa preta no centro
  1. Ponto focal: escolha uma estrela. Toda prateleira precisa de uma peça que chame o olhar primeiro: a novidade, a cor mais forte, a bolsa mais bonita.
  2. Regra dos três: monte triângulos. Três peças em alturas diferentes, uma alta atrás, uma média e uma pequena na frente. Suportes, caixas e até livros ajudam a criar os degraus.
  3. Blocos de cor. Agrupe por cor, não por modelo: uma faixa de caramelos, uma de pretos, uma de claros. Uma bolsa preta no meio dos tons claros vira ponto de contraste.
  4. Respiro: menos peças, mais desejo. Prateleira lotada parece estoque. Deixe mais ou menos um palmo entre as peças.
  5. Luz quente apontada para as peças. Spots direcionados de 2.700 a 3.000 K realçam a cor e o brilho do couro. Luz branca e fria apaga os tons quentes.
Carteira, bolsa e uma peça menor, todas off-white com textura de croco, lado a lado sobre um balanço de madeira
Regra dos três, na prática: três peças, uma família de cor.

Dica de vitrine: a luz de dentro precisa ser mais forte que a de fora. Se não for, o vidro vira espelho, e quem passa vê o próprio reflexo em vez das bolsas.

Cuidados com a bolsa de couro na exposição

  • Recheie com papel de seda para manter a forma.
  • Deixe as alças arrumadas e o zíper fechado.
  • Longe do sol direto, que desbota o couro. Na vitrine que pega sol, troque as peças de lugar toda semana.
  • Para tirar marca de dedo, use uma flanela seca e macia.
  • Correntes e ferragens não devem encostar no couro da bolsa ao lado.

Faça hoje: 15 minutos numa prateleira

Uma prateleira, três peças por nicho, uma cor por faixa.

Próxima parte: o que vai na altura dos olhos →
Parte 4 de 4

O que vai na altura dos olhos da cliente

Na loja, todo espaço vende, mas nem todo espaço vende igual. Hierarquia de produtos é decidir o que vai em cada lugar, para a cliente ver primeiro o que você mais quer vender.

Interior da loja Edubolsas com paredes de bolsas organizadas por cor e um nicho iluminado no centro
Na nossa loja: nicho iluminado no centro, paredes em faixas de cor, mesa na frente com poucas peças, clutches de festa no caminho e a linha masculina num canto só dela.
1,20 a 1,60 mdo chão é a altura dos olhos. É ali que vão o que mais vende e a novidade.
Acima da cabeçaPara ver de longe: peças grandes e de cor forte, que chamam quem está na porta.
Altura dos olhosO que mais vende e a novidade. É onde a cliente olha primeiro.
Altura das mãosDa cintura ao peito: tiracolos, carteiras e peças para pegar e experimentar.
Perto do chãoPeças volumosas, como mochilas e pastas, e a reposição do que está em cima.

O carro-chefe na melhor faixa da parede

No atacado Edubolsas, estes são os modelos que mais giram nas lojas parceiras:

Bolsa off-white com aba de couro texturizado, carteira e porta-cartões com a mesma textura

Os complementos, perto do caixa

A carteira e o porta-cartões repetem o couro da aba da bolsa. Perto do caixa, viram a compra que a cliente leva junto.

A promoção, no fundo

Quem vai até o fundo passa pela coleção inteira. Na Black Friday, a placa da oferta fica na vitrine, e as peças em promoção, lá atrás.

Até 26/11Vitrine de Natal, com a coleção nova e uma peça herói de festa.
27 a 30/11Black Friday: a placa da oferta na vitrine e as peças em promoção no fundo da loja.
1º a 24/12Vitrine de presente: conjuntos de bolsa e carteira, carteiras e porta-cartões em destaque.

Na nossa loja, a vitrine muda toda quinta-feira, para pegar o movimento do fim de semana com novidade.

Para se aprofundar: Vamos às compras: a ciência do consumo, de Paco Underhill.

Paris. Milão. Edubolsas. Bolsa verde croco no desfile da Prada, verão 2027
Tendências · Verão 2027

Das passarelas para a sua vitrine.

Milão, Paris e São Paulo mostraram o verão 2027. Separamos as 7 tendências de bolsa que mais se repetiram e, para cada uma, o nosso modelo em couro legítimo, na cor que a sua loja quiser.

A tendência é do mundo. O couro é legítimo.

A temporada em resumo

Paris oscilou entre extremos: totes enormes e minibolsas, bolsas macias que se moldam ao corpo e caixas rígidas que mantêm a forma. Em Milão, a bolsa virou parte da composição do look, com tamanho grande e cor forte. Em São Paulo, a ordem foi tamanho: a bolsa XL em couro maleável dominou.

Tendência 01, franjas: na passarela, Fendi; ao lado, a versão Edubolsas em couro legítimo
Tendência 01 de 07

Franjas

Nossa versão · Ref. 557Bolsa com franjas em camurça e alça 2 em 1Perguntar pela 557 no WhatsApp →

O que as passarelas mostraram

Em Milão, a Fendi trouxe de volta a Baguette e a Peekaboo com franjas, bordados e aplicações. A Etro também apostou nas franjas, e a Bottega Veneta, em tassels grandes e trançados. Em Paris, as franjas marcaram a temporada na Valentino e na Chloé. Na SPFW N61, entraram na lista de tendências da ELLE, nas coleções de Aluf, Ammi, Apartamento 03, Artemisi e Catarina Mina.

Por que vai vender

Passou pelas três semanas de moda, em dez marcas. Franja tem movimento, aparece bem em foto e vídeo e combina com o clima boho do verão. Em marrom e caramelo, acompanha jeans, vestido e roupa de trabalho.

Na sua vitrine: franja pede espaço para balançar. Pendure em vez de apoiar, com luz de cima, e deixe respiro dos lados.

Tendência 02, maxi tote: na passarela, Hermès; ao lado, a versão Edubolsas em couro legítimo
Tendência 02 de 07

Maxi tote

O que as passarelas mostraram

Em Milão, a tote grande foi um dos temas mais fortes: Max Mara, Gucci, Tod's, Missoni, Elisabetta Franchi e Bottega Veneta, que levou totes XL em couro e em ráfia. A Sportmax misturou tote e mala de mão. Em Paris, as totes enormes dividiram a passarela com as minibolsas, e na Hermès as bolsas foram "das espaçosas às compactas". Na SPFW N61, a ELLE resumiu: "tamanho é documento quando o assunto são bolsas".

Por que vai vender

É a bolsa de quem sai cedo e só volta à noite: cabe notebook, necessaire e o que mais o dia pedir. Para a cliente, é uma compra fácil de justificar, porque ela usa todos os dias.

Na sua vitrine: é a peça alta do triângulo. Coloque atrás, com uma carteira da mesma cor na frente, mais baixa.

Tendência 03, grande e macia: na passarela, Balenciaga; ao lado, a versão Edubolsas em couro legítimo
Tendência 03 de 07

Grande e macia

O que as passarelas mostraram

A bolsa hobo entrou na lista de tendências internacionais da ELLE com Givenchy, Dior, Balenciaga e Miu Miu. Na Balenciaga, de Pierpaolo Piccioli, vieram bolsas de ombro amaciadas. Em Milão, Max Mara mostrou bolsas grandes que dobram e caem, a Sportmax usou couro franzido e a Marni levou bolsas de cordão soltas. A leitura da temporada: "a bolsa está perdendo parte da sua estrutura". Na SPFW N61, as bolsas grandes vieram em "couro maleável, alças largas e formatos desestruturados".

Por que vai vender

É confortável, acompanha o corpo e cai bem no ombro com roupa leve de verão. Funciona para a cliente que quer bolsa grande sem a rigidez de uma tote.

Na sua vitrine: recheie com papel de seda só o suficiente para mostrar o volume, sem deixar a bolsa dura.

Tendência 04, estruturada de mão: na passarela, Hermès; ao lado, a versão Edubolsas em couro legítimo
Tendência 04 de 07

Estruturada de mão

O que as passarelas mostraram

Em Paris, as formas estruturadas apareceram na Acne Studios, na Stella McCartney, na Elie Saab, na Hermès e na Celine. A Hermès atualizou a Medor numa versão estruturada. Na Chanel, as bolsas de aba, "antigas e novas", foram destaque do desfile.

Por que vai vender

É a bolsa das ocasiões: trabalho, jantar, festa de fim de ano e formatura. Com alça removível, a cliente leva uma bolsa que serve para o dia e para a noite.

Na sua vitrine: é a sua peça herói. Sozinha, no centro, mais alta que as outras e com o preço à vista.

Tendência 05, bolsas coloridas: na passarela, Balenciaga; ao lado, a versão Edubolsas em couro legítimo
Tendência 05 de 07

Bolsas coloridas

O que as passarelas mostraram

Em Milão, a Prada levou bolsas em verde, vermelho e roxo, a Gucci em fúcsia, a Moschino em amarelo, e a Fendi pôs cor na Baguette. O vermelho apareceu na Dolce & Gabbana, na Tod's, na Ferragamo, na Bottega Veneta e na Marni. Em Paris, a ELLE apontou como cores da temporada o azul-cobalto (Givenchy, Lacoste, Proenza Schouler, Loewe), o laranja (Balmain, Lacoste, Hermès) e o amarelo. A Balenciaga mostrou a Le City em turquesa, e a Chanel, bolsas em cores vivas. Na SPFW N61, o vermelho foi uma das tendências, com Normando, Lilly Sarti e Marina Bitu.

Por que vai vender

A cliente que já tem a bolsa preta e a caramelo compra a colorida como a segunda bolsa, a que muda um look neutro. Para a loja, uma ou duas cores fortes renovam a vitrine sem trocar a coleção inteira.

Na sua vitrine: uma bolsa colorida no meio dos tons neutros vira o ponto de contraste que puxa o olhar.

Tendência 06, East-West: na passarela, Prada; ao lado, a versão Edubolsas em couro legítimo
Tendência 06 de 07

East-West

O que as passarelas mostraram

"East-West" é o nome que a moda dá às bolsas mais largas do que altas. Em Milão, a Prada voltou ao formato alongado, em verde, vermelho e roxo. Não é novidade de uma estação só: a Prada já tinha alongado a Galleria no verão 2025 e lançado a Passage no verão 2026, e o formato também apareceu na Balenciaga e na Miu Miu no verão 2026.

Por que vai vender

É uma tendência que já está na terceira temporada seguida, então o risco de encalhar é menor. Com alça longa, vai no ombro e fica justa ao corpo, do jeito que a cliente vê nas redes.

Na sua vitrine: por ser baixa e comprida, funciona bem na frente do triângulo ou deitada na mesa, na altura das mãos.

Tendência 07, alça de corrente: na passarela, Chanel; ao lado, a versão Edubolsas em couro legítimo
Tendência 07 de 07

Alça de corrente

O que as passarelas mostraram

A Chanel abriu e fechou o desfile de 5 de outubro de 2026, no Grand Palais, com a 2.55 original do acervo da maison, a bolsa matelassê criada por Gabrielle Chanel e conhecida pela alça de corrente. Em Paris, as minibolsas de ombro também apareceram na Courrèges, na Stella McCartney, na Valentino, na Lacoste, na Hermès e na Celine.

Por que vai vender

A corrente dourada é o detalhe que a cliente reconhece de longe. Numa bolsa pequena, transforma o básico em peça de festa, e funciona bem como presente de fim de ano.

Na sua vitrine: mostre com a corrente para fora e cuide para o metal não encostar no couro da bolsa ao lado.

Fotos dos desfiles verão 2027 (primavera-verão europeu): Fendi, Hermès, Balenciaga, Prada e Chanel, cortesia das marcas e Vogue Arabia.

Milão, Paris e São Paulo

O que ficou confirmado nas passarelas e vale o seu olhar

Uma tendência que aparece numa semana de moda só pode ser aposta de uma marca. Quando ela se repete em Milão, Paris e São Paulo, tende a chegar à sua cliente. Estas são as que se confirmaram:

Bolsa grande

  • Milão: Max Mara, Gucci, Tod's, Missoni, Bottega Veneta
  • Paris: totes enormes; Hermès "das espaçosas às compactas"
  • São Paulo: Bolsa XL em Martins, Apartamento 03 e Marina Bitu

Vale o seu olhar: é a aposta mais segura do pedido. Tenha pelo menos um modelo grande em cor neutra.

Bolsa macia e desestruturada

  • Milão: Max Mara, Sportmax, Marni
  • Paris: hobo na Givenchy, Dior, Balenciaga e Miu Miu
  • São Paulo: couro maleável e formatos desestruturados

Vale o seu olhar: a cliente quer conforto. A hobo grande atende quem não quer a rigidez da tote.

Franjas

  • Milão: Fendi, Etro, tassels da Bottega Veneta
  • Paris: Valentino, Chloé
  • São Paulo: Aluf, Ammi, Apartamento 03, Artemisi, Catarina Mina

Vale o seu olhar: apareceu nas três semanas, em dez marcas. Em marrom ou caramelo, vende para mais perfis de cliente.

Cor, com destaque para o vermelho

  • Milão: vermelho na Dolce & Gabbana, Tod's, Ferragamo, Bottega Veneta e Marni
  • Paris: azul-cobalto, laranja e amarelo
  • São Paulo: vermelho em Normando, Lilly Sarti e Marina Bitu

Vale o seu olhar: uma ou duas cores fortes por vitrine. O vermelho foi a cor que se repetiu em Milão e em São Paulo.

Feito à mão e trançado

  • Milão: ráfia e Intrecciato na Bottega Veneta, crochê na Dolce & Gabbana
  • Paris: bolsa balde de crochê na Hermès
  • São Paulo: artesanias em Aluf, Catarina Mina e Hisha

Vale o seu olhar: é a nossa história. Tranças, nós e acabamento manual são argumento de venda, e dá para contar isso no balcão.

Nossa leitura para o seu pedido

Se for escolher três apostas para o verão: uma bolsa grande e macia em cor neutra, uma bolsa colorida para a vitrine e uma peça com franja ou textura. Com isso você cobre as tendências que se confirmaram nas três semanas de moda.

Fontes
Onde nos encontrar

Fábrica, lojas e todo o Brasil.

A sede e a fábrica ficam em Indiana-SP. Em Presidente Prudente, são duas lojas próprias. Para o atacado, o atendimento é pela nossa consultora.

Vista aérea da sede e fábrica da Edubolsas em Indiana-SP, com painéis solares no telhado
Sede · fábrica

Indiana-SP

R. Dr. João Munhoz, 366, Centro
Indiana-SP, CEP 19560-013

Horário
Segunda a sexta: 7h30 às 12h e 13h30 às 17h
Sábado: 9h às 13h

Telefone e WhatsApp
(18) 3995-1124

Fachada da loja Edubolsas no corredor do Parque Shopping Prudente
Loja conceito

Parque Shopping Prudente

LUC 52/53 · R. Siqueira Campos, 1545, Vila São Jorge
Presidente Prudente-SP

Horário
Segunda a sábado: 10h às 22h
Domingo: 12h às 18h

WhatsApp
(18) 99678-1771

Entrada da loja Edubolsas do Centro de Presidente Prudente, com bolsas e malas nas paredes
Loja física

Centro de Presidente Prudente

R. Rui Barbosa, 267A, Centro
Presidente Prudente-SP

Horário
Segunda a sexta: 9h às 18h
Sábado: 9h às 13h

WhatsApp
(18) 99685-2882

Em feriados o horário pode mudar. Na dúvida, chame a loja no WhatsApp.

SOLAR
Edubolsas · Fábrica própria

Sustentabilidade na prática

Energia solar desde 2018Embalagem biodegradávelRetalho aproveitado

Sustentabilidade, pra gente, não é campanha — é o que dá pra mostrar. A Edubolsas fabrica bolsas em couro legítimo em Indiana, no interior de São Paulo, desde 1967. É justamente por produzir tudo dentro de casa que conseguimos decidir cada etapa: de onde vem a energia, o que sai na embalagem e para onde vai cada resíduo.

Abaixo está o que já está em funcionamento na fábrica hoje. Sem promessa para o futuro.

A fábrica em números

2018usina solar em operação
60placas no telhado
100%da energia que usamos
2 anosdegradação da embalagem

Energia solar desde 2018

Nossa usina fotovoltaica tem 60 placas instaladas no telhado da fábrica e gera toda a energia elétrica que consumimos: as máquinas de costura, o setor de corte, a iluminação e o escritório.

Vista aérea da fábrica da Edubolsas em Indiana SP com placas de energia solar no telhado
A fábrica em Indiana/SP — as placas cobrem o telhado desde 2018

Foi o primeiro investimento ambiental estrutural da fábrica, e o que mais mudou nossa conta de impacto: a produção inteira passou a rodar com energia renovável.

Embalagem biodegradável

A embalagem primária — aquela em que a sua bolsa sai da fábrica — é biodegradável. Ela segue a norma ASTM D6954, com degradação em até 2 anos, e passou por ensaio de ausência de ecotoxicidade.

Embalagens biodegradáveis da Edubolsas em plástico verde com a marca impressa
A embalagem que sai com cada pedido
  • Norma ASTM D6954 — degradação em até 2 anos
  • Ensaio de ecotoxicidade — não prejudica plantas nem minhocas
  • Resíduo final — água, biomassa e CO₂

O retalho de couro não vira lixo

Numa fábrica de bolsas, o retalho é o resíduo principal — e é a pergunta mais justa que alguém pode fazer sobre a nossa produção. A resposta é simples: ele não é descartado.

A maior parte do retalho vira peça pequena aqui mesmo: puxadores, chaveiros e detalhes das próprias bolsas. O que ainda sobra é doado para entidades que trabalham com artesanato.

É por isso que você encontra chaveiros e bag charms no nosso catálogo de acessórios em couro: eles nascem do que sobrou do corte.

Para onde vai cada resíduo

ResíduoDestino
Retalho de couroAproveitado em peças pequenas na própria fábrica
Retalho excedenteDoado a entidades de artesanato
PapelãoSeparado e destinado à coleta seletiva do município
PlásticoSeparado e destinado à coleta seletiva do município

Por que couro legítimo dura mais

O couro que usamos é subproduto da indústria alimentícia: um material que existiria de qualquer forma e que, em vez de virar descarte, se transforma em algo feito para durar.

E durabilidade é, no fim, o ponto central. Uma bolsa de couro legítimo bem cuidada acompanha você por muitos anos e só fica mais bonita com o tempo, enquanto peças sintéticas — derivadas de petróleo — têm vida útil bem mais curta. Comprar uma peça que dura é mais sustentável do que trocar de bolsa a cada estação.

Se quiser fazer a sua durar ainda mais, escrevemos um guia completo de como cuidar de bolsa de couro legítimo.

Fabricação própria, cadeia curta

Tudo é cortado, costurado e revisado aqui em Indiana/SP, por mãos brasileiras. Nossa cadeia é nacional: não há transporte marítimo ou aéreo de mercadoria importada em massa para chegar até você.

E como produzimos sob encomenda — inclusive na cor que a cliente escolher — evitamos a superprodução e o estoque parado, um dos maiores desperdícios da indústria da moda.

Perguntas frequentes

Bolsa de couro é sustentável?
O couro legítimo é subproduto da indústria alimentícia e, por durar muitos anos, substitui várias peças sintéticas de vida curta ao longo do tempo. Na Edubolsas ele ainda é produzido com energia solar e com aproveitamento quase total do retalho, o que reduz o desperdício da fabricação.
A embalagem da Edubolsas é biodegradável?
Sim. A embalagem primária, em que o produto sai da fábrica, segue a norma ASTM D6954, com degradação em até 2 anos, e tem ensaio de ausência de ecotoxicidade — não prejudica plantas nem minhocas ao se decompor.
O que a Edubolsas faz com o retalho de couro?
A maior parte vira peça pequena na própria fábrica: puxadores, chaveiros e detalhes das bolsas. O restante é doado para entidades que trabalham com artesanato.
A fábrica usa energia renovável?
Sim. Desde 2018 temos uma usina solar com 60 placas no telhado da fábrica, que gera toda a energia elétrica consumida na produção.
Vocês produzem em larga escala?
Não. A produção é própria e sob encomenda, em Indiana/SP, o que evita superprodução e estoque parado. É também o que nos permite fabricar qualquer modelo na cor que a cliente escolher.

Feito para durar

Bolsas em couro legítimo produzidas na nossa fábrica, com energia solar e embalagem biodegradável.

Conheça as bolsas em couro

Seu pedido

Adicionado ao pedido