Peças prontas na fábrica, com envio imediato. Aqui aparece só o que está em estoque agora.
Carregando estoque…
Cartela de cores
Qualquer modelo pode ser feito em qualquer cor da cartela. É só escolher em "Outra cor da cartela" na ficha do produto.
Couro fly
O couro protagonista da coleção, com textura delicada e grão natural. Preço de tabela.
Couros especiais
Peles com acabamento trabalhado: arraia, tressê, croco e metalizados.
+15% sobre a tabela
Nos modelos que já aparecem em couro especial no catálogo, a produção é garantida. Nos demais, o item entra no pedido sob confirmação de disponibilidade.
Condições comerciais
A gente quer que a Edubolsas faça parte da sua loja com tranquilidade. Estas são as condições do atacado:
A Edubolsas nasceu em 1967, em Indiana, no interior de São Paulo, e hoje é conduzida pela terceira geração da família. Do design ao acabamento, tudo é feito na nossa fábrica.
1967fundada em Indiana-SP
3ªgeração da família
+1Mbolsas produzidas
100%couro legítimo
Como surgiu a Edubolsas
Contada por quem viveu
Uma família de costureiras que começou fazendo pastas escolares e nunca abriu mão da qualidade. Neste vídeo curto, a história da fábrica contada pela própria família.
O vídeo tem legenda, dá para assistir sem som.
Modelos que marcaram a nossa história
De 1967 até hoje
Arraste para o lado e veja como os nossos modelos acompanharam cada época, sempre em couro legítimo.
1970Bolsa estruturada com alça duplaAnos 70Laço e fivela, com a etiqueta da épocaAnos 70Bolsa saco com tachas1973Franzida com alça finaDo nosso acervoDourada, com a etiqueta da épocaDo nosso acervoFormato de conchaRef. 028Transversal com textura de cobraRef. 042Ombro com alças de argola2005Ombro caramelo com argolasDo nosso acervoOmbro azul-claraRef. 107Tote com couro vazado a laserRef. 183Saco com corrente douradaRef. 279De mão em vernizRef. 479Porta-celular com pespontos2023Dourada com alça de correnteRef. 527Off-white com acabamento pretoRef. 530Matelassê com fecho de cristalRef. 563De mão com nós nas alçasRef. 594Aba croco com corrente
Fábrica própria · Indiana-SP
Feita à mão, do design ao acabamento
Cada bolsa é feita à mão, do design ao acabamento, passando pelo corte. Quem desenha, corta e costura trabalha no mesmo lugar, por mãos brasileiras. É isso que garante o mesmo padrão em cada lote e permite fazer qualquer modelo em qualquer cor da cartela.
CriaçãoCada coleção começa no croqui, desenhado à mão.MoldeO desenho vira molde, riscado no papel.A marca no couroA gravação EB, peça por peça.CosturaA bolsa ganha forma na máquina de coluna.AcabamentoAlças, tranças e ferragens montadas à mão.
Sete em cada dez decisões de compra acontecem dentro da loja. Reunimos aqui, em quatro partes, o que a gente faz na nossa loja para a bolsa sair da prateleira. Nenhuma dica pede reforma nem móvel novo.
Parte 1 de 4
Como o VM faz você vender mais
Visual merchandising, o VM, é o jeito de mostrar as peças para que a cliente veja, deseje e leve. A vitrine, a luz, as cores, a altura de cada prateleira e o caminho que ela faz lá dentro conversam com ela antes de qualquer palavra.
70%das decisões de compra acontecem dentro da loja, diante da prateleira.Estudo da Nielsen citado na pesquisa da FGV "A influência da vitrine na decisão de compra".
O que a ciência do consumo já descobriu
O antropólogo do varejo Paco Underhill passou anos observando, com câmeras, como as pessoas compram. Algumas descobertas do livro Vamos às compras:
Os primeiros passos não contam. Logo depois da porta, a cliente ainda está se acostumando com a luz e quase não repara no que está ali. A peça mais bonita fica alguns passos para dentro.
A maioria vira para a direita. É o melhor lugar para a novidade e para o que você quer que ela veja primeiro.
Corredor apertado espanta. Quem esbarra numa arara ou em outra pessoa costuma desistir daquele canto. Espaço para circular também vende.
Perto do caixa mora a compra por impulso. É o lugar das carteiras, dos porta-cartões e dos chaveiros.
A vitrine decide se ela entra
Na pesquisa da FGV, as clientes preferiram vitrines com poucas peças e boa iluminação. Uma delas resumiu: "Se não tiver o preço, dificilmente eu entro." Cinco a sete peças bem escolhidas dizem mais do que uma vitrine cheia. Na nossa vitrine:
Uma peça herói, sozinha, no centro e mais alta que as outras.
Luz de cima, apontada para as peças, e não para o vidro.
Cubos mais baixos nas laterais: o olhar faz um triângulo e passa por tudo.
Preço em cada peça, com letra que dá para ler de fora.
Fique de olho: preço à vista legível na vitrine é mais do que boa prática. É o que pede a Lei 10.962/2004.
Muita cliente entra decidida a comprar uma bolsa. Se a carteira da mesma cor estiver logo ali, a pergunta muda: em vez de "qual bolsa eu levo?", vira "levo as duas?". No VM, isso se chama exposição cruzada: colocar lado a lado peças que se completam, para a cliente enxergar o conjunto sem ninguém precisar oferecer.
Os 3 jeitos de montar o conjunto
Na prateleira: a bolsa atrás dá a altura, a carteira fica na frente, mais baixa, no nível da mão. Mesma cor e mesmo couro.
No balcão: um ou dois conjuntos já embalados, com laço e cartão, perto do caixa. Quem está sem tempo encontra o presente resolvido.
Na vitrine: um par como destaque da semana, com o preço de cada peça e uma plaquinha simples: "Conjunto para presentear". Na semana seguinte, troque a cor.
2 ou 3 parespor prateleira bastam. Com mais que isso, o conjunto some no meio das outras peças.
O gesto que vende o conjunto
Não pergunte se ela quer ver: pegue a carteira e mostre as duas juntas. "Olha como ficam juntas, é o mesmo couro." Se for para presentear, já ofereça embalar o conjunto.
No seu pedido, a nossa consultora combina bolsas e carteiras da mesma cor, para os conjuntos chegarem prontos para a prateleira.
A mesma bolsa pode passar despercebida numa prateleira e ser a primeira a sair em outra. Na maioria das vezes, o que muda não é a bolsa: é o jeito de mostrar.
Ponto focal: escolha uma estrela. Toda prateleira precisa de uma peça que chame o olhar primeiro: a novidade, a cor mais forte, a bolsa mais bonita.
Regra dos três: monte triângulos. Três peças em alturas diferentes, uma alta atrás, uma média e uma pequena na frente. Suportes, caixas e até livros ajudam a criar os degraus.
Blocos de cor. Agrupe por cor, não por modelo: uma faixa de caramelos, uma de pretos, uma de claros. Uma bolsa preta no meio dos tons claros vira ponto de contraste.
Respiro: menos peças, mais desejo. Prateleira lotada parece estoque. Deixe mais ou menos um palmo entre as peças.
Luz quente apontada para as peças. Spots direcionados de 2.700 a 3.000 K realçam a cor e o brilho do couro. Luz branca e fria apaga os tons quentes.
Regra dos três, na prática: três peças, uma família de cor.
Dica de vitrine: a luz de dentro precisa ser mais forte que a de fora. Se não for, o vidro vira espelho, e quem passa vê o próprio reflexo em vez das bolsas.
Cuidados com a bolsa de couro na exposição
Recheie com papel de seda para manter a forma.
Deixe as alças arrumadas e o zíper fechado.
Longe do sol direto, que desbota o couro. Na vitrine que pega sol, troque as peças de lugar toda semana.
Para tirar marca de dedo, use uma flanela seca e macia.
Correntes e ferragens não devem encostar no couro da bolsa ao lado.
Faça hoje: 15 minutos numa prateleira
Uma prateleira, três peças por nicho, uma cor por faixa.
Na loja, todo espaço vende, mas nem todo espaço vende igual. Hierarquia de produtos é decidir o que vai em cada lugar, para a cliente ver primeiro o que você mais quer vender.
Na nossa loja: nicho iluminado no centro, paredes em faixas de cor, mesa na frente com poucas peças, clutches de festa no caminho e a linha masculina num canto só dela.
1,20 a 1,60 mdo chão é a altura dos olhos. É ali que vão o que mais vende e a novidade.
Acima da cabeçaPara ver de longe: peças grandes e de cor forte, que chamam quem está na porta.
Altura dos olhosO que mais vende e a novidade. É onde a cliente olha primeiro.
Altura das mãosDa cintura ao peito: tiracolos, carteiras e peças para pegar e experimentar.
Perto do chãoPeças volumosas, como mochilas e pastas, e a reposição do que está em cima.
O carro-chefe na melhor faixa da parede
No atacado Edubolsas, estes são os modelos que mais giram nas lojas parceiras:
Os complementos, perto do caixa
A carteira e o porta-cartões repetem o couro da aba da bolsa. Perto do caixa, viram a compra que a cliente leva junto.
A promoção, no fundo
Quem vai até o fundo passa pela coleção inteira. Na Black Friday, a placa da oferta fica na vitrine, e as peças em promoção, lá atrás.
Até 26/11Vitrine de Natal, com a coleção nova e uma peça herói de festa.
27 a 30/11Black Friday: a placa da oferta na vitrine e as peças em promoção no fundo da loja.
1º a 24/12Vitrine de presente: conjuntos de bolsa e carteira, carteiras e porta-cartões em destaque.
Na nossa loja, a vitrine muda toda quinta-feira, para pegar o movimento do fim de semana com novidade.
Para se aprofundar: Vamos às compras: a ciência do consumo, de Paco Underhill.
Milão, Paris e São Paulo mostraram o verão 2027. Separamos as 7 tendências de bolsa que mais se repetiram e, para cada uma, o nosso modelo em couro legítimo, na cor que a sua loja quiser.
A tendência é do mundo. O couro é legítimo.
A temporada em resumo
Paris oscilou entre extremos: totes enormes e minibolsas, bolsas macias que se moldam ao corpo e caixas rígidas que mantêm a forma. Em Milão, a bolsa virou parte da composição do look, com tamanho grande e cor forte. Em São Paulo, a ordem foi tamanho: a bolsa XL em couro maleável dominou.
Em Milão, a Fendi trouxe de volta a Baguette e a Peekaboo com franjas, bordados e aplicações. A Etro também apostou nas franjas, e a Bottega Veneta, em tassels grandes e trançados. Em Paris, as franjas marcaram a temporada na Valentino e na Chloé. Na SPFW N61, entraram na lista de tendências da ELLE, nas coleções de Aluf, Ammi, Apartamento 03, Artemisi e Catarina Mina.
Por que vai vender
Passou pelas três semanas de moda, em dez marcas. Franja tem movimento, aparece bem em foto e vídeo e combina com o clima boho do verão. Em marrom e caramelo, acompanha jeans, vestido e roupa de trabalho.
Na sua vitrine: franja pede espaço para balançar. Pendure em vez de apoiar, com luz de cima, e deixe respiro dos lados.
Tendência 02 de 07
Maxi tote
O que as passarelas mostraram
Em Milão, a tote grande foi um dos temas mais fortes: Max Mara, Gucci, Tod's, Missoni, Elisabetta Franchi e Bottega Veneta, que levou totes XL em couro e em ráfia. A Sportmax misturou tote e mala de mão. Em Paris, as totes enormes dividiram a passarela com as minibolsas, e na Hermès as bolsas foram "das espaçosas às compactas". Na SPFW N61, a ELLE resumiu: "tamanho é documento quando o assunto são bolsas".
Por que vai vender
É a bolsa de quem sai cedo e só volta à noite: cabe notebook, necessaire e o que mais o dia pedir. Para a cliente, é uma compra fácil de justificar, porque ela usa todos os dias.
Na sua vitrine: é a peça alta do triângulo. Coloque atrás, com uma carteira da mesma cor na frente, mais baixa.
Tendência 03 de 07
Grande e macia
O que as passarelas mostraram
A bolsa hobo entrou na lista de tendências internacionais da ELLE com Givenchy, Dior, Balenciaga e Miu Miu. Na Balenciaga, de Pierpaolo Piccioli, vieram bolsas de ombro amaciadas. Em Milão, Max Mara mostrou bolsas grandes que dobram e caem, a Sportmax usou couro franzido e a Marni levou bolsas de cordão soltas. A leitura da temporada: "a bolsa está perdendo parte da sua estrutura". Na SPFW N61, as bolsas grandes vieram em "couro maleável, alças largas e formatos desestruturados".
Por que vai vender
É confortável, acompanha o corpo e cai bem no ombro com roupa leve de verão. Funciona para a cliente que quer bolsa grande sem a rigidez de uma tote.
Na sua vitrine: recheie com papel de seda só o suficiente para mostrar o volume, sem deixar a bolsa dura.
Tendência 04 de 07
Estruturada de mão
O que as passarelas mostraram
Em Paris, as formas estruturadas apareceram na Acne Studios, na Stella McCartney, na Elie Saab, na Hermès e na Celine. A Hermès atualizou a Medor numa versão estruturada. Na Chanel, as bolsas de aba, "antigas e novas", foram destaque do desfile.
Por que vai vender
É a bolsa das ocasiões: trabalho, jantar, festa de fim de ano e formatura. Com alça removível, a cliente leva uma bolsa que serve para o dia e para a noite.
Na sua vitrine: é a sua peça herói. Sozinha, no centro, mais alta que as outras e com o preço à vista.
Tendência 05 de 07
Bolsas coloridas
O que as passarelas mostraram
Em Milão, a Prada levou bolsas em verde, vermelho e roxo, a Gucci em fúcsia, a Moschino em amarelo, e a Fendi pôs cor na Baguette. O vermelho apareceu na Dolce & Gabbana, na Tod's, na Ferragamo, na Bottega Veneta e na Marni. Em Paris, a ELLE apontou como cores da temporada o azul-cobalto (Givenchy, Lacoste, Proenza Schouler, Loewe), o laranja (Balmain, Lacoste, Hermès) e o amarelo. A Balenciaga mostrou a Le City em turquesa, e a Chanel, bolsas em cores vivas. Na SPFW N61, o vermelho foi uma das tendências, com Normando, Lilly Sarti e Marina Bitu.
Por que vai vender
A cliente que já tem a bolsa preta e a caramelo compra a colorida como a segunda bolsa, a que muda um look neutro. Para a loja, uma ou duas cores fortes renovam a vitrine sem trocar a coleção inteira.
Na sua vitrine: uma bolsa colorida no meio dos tons neutros vira o ponto de contraste que puxa o olhar.
Tendência 06 de 07
East-West
O que as passarelas mostraram
"East-West" é o nome que a moda dá às bolsas mais largas do que altas. Em Milão, a Prada voltou ao formato alongado, em verde, vermelho e roxo. Não é novidade de uma estação só: a Prada já tinha alongado a Galleria no verão 2025 e lançado a Passage no verão 2026, e o formato também apareceu na Balenciaga e na Miu Miu no verão 2026.
Por que vai vender
É uma tendência que já está na terceira temporada seguida, então o risco de encalhar é menor. Com alça longa, vai no ombro e fica justa ao corpo, do jeito que a cliente vê nas redes.
Na sua vitrine: por ser baixa e comprida, funciona bem na frente do triângulo ou deitada na mesa, na altura das mãos.
Tendência 07 de 07
Alça de corrente
O que as passarelas mostraram
A Chanel abriu e fechou o desfile de 5 de outubro de 2026, no Grand Palais, com a 2.55 original do acervo da maison, a bolsa matelassê criada por Gabrielle Chanel e conhecida pela alça de corrente. Em Paris, as minibolsas de ombro também apareceram na Courrèges, na Stella McCartney, na Valentino, na Lacoste, na Hermès e na Celine.
Por que vai vender
A corrente dourada é o detalhe que a cliente reconhece de longe. Numa bolsa pequena, transforma o básico em peça de festa, e funciona bem como presente de fim de ano.
Na sua vitrine: mostre com a corrente para fora e cuide para o metal não encostar no couro da bolsa ao lado.
Fotos dos desfiles verão 2027 (primavera-verão europeu): Fendi, Hermès, Balenciaga, Prada e Chanel, cortesia das marcas e Vogue Arabia.
Milão, Paris e São Paulo
O que ficou confirmado nas passarelas e vale o seu olhar
Uma tendência que aparece numa semana de moda só pode ser aposta de uma marca. Quando ela se repete em Milão, Paris e São Paulo, tende a chegar à sua cliente. Estas são as que se confirmaram:
Bolsa grande
Milão: Max Mara, Gucci, Tod's, Missoni, Bottega Veneta
Paris: totes enormes; Hermès "das espaçosas às compactas"
São Paulo: Bolsa XL em Martins, Apartamento 03 e Marina Bitu
Vale o seu olhar: é a aposta mais segura do pedido. Tenha pelo menos um modelo grande em cor neutra.
Bolsa macia e desestruturada
Milão: Max Mara, Sportmax, Marni
Paris: hobo na Givenchy, Dior, Balenciaga e Miu Miu
São Paulo: couro maleável e formatos desestruturados
Vale o seu olhar: a cliente quer conforto. A hobo grande atende quem não quer a rigidez da tote.
Franjas
Milão: Fendi, Etro, tassels da Bottega Veneta
Paris: Valentino, Chloé
São Paulo: Aluf, Ammi, Apartamento 03, Artemisi, Catarina Mina
Vale o seu olhar: apareceu nas três semanas, em dez marcas. Em marrom ou caramelo, vende para mais perfis de cliente.
Cor, com destaque para o vermelho
Milão: vermelho na Dolce & Gabbana, Tod's, Ferragamo, Bottega Veneta e Marni
Paris: azul-cobalto, laranja e amarelo
São Paulo: vermelho em Normando, Lilly Sarti e Marina Bitu
Vale o seu olhar: uma ou duas cores fortes por vitrine. O vermelho foi a cor que se repetiu em Milão e em São Paulo.
Feito à mão e trançado
Milão: ráfia e Intrecciato na Bottega Veneta, crochê na Dolce & Gabbana
Paris: bolsa balde de crochê na Hermès
São Paulo: artesanias em Aluf, Catarina Mina e Hisha
Vale o seu olhar: é a nossa história. Tranças, nós e acabamento manual são argumento de venda, e dá para contar isso no balcão.
Nossa leitura para o seu pedido
Se for escolher três apostas para o verão: uma bolsa grande e macia em cor neutra, uma bolsa colorida para a vitrine e uma peça com franja ou textura. Com isso você cobre as tendências que se confirmaram nas três semanas de moda.
Em feriados o horário pode mudar. Na dúvida, chame a loja no WhatsApp.
SOLAR
Edubolsas · Fábrica própria
Sustentabilidade na prática
Energia solar desde 2018Embalagem biodegradávelRetalho aproveitado
Sustentabilidade, pra gente, não é campanha — é o que dá pra mostrar. A Edubolsas fabrica bolsas em couro legítimo em Indiana, no interior de São Paulo, desde 1967. É justamente por produzir tudo dentro de casa que conseguimos decidir cada etapa: de onde vem a energia, o que sai na embalagem e para onde vai cada resíduo.
Abaixo está o que já está em funcionamento na fábrica hoje. Sem promessa para o futuro.
A fábrica em números
2018usina solar em operação
60placas no telhado
100%da energia que usamos
2 anosdegradação da embalagem
Energia solar desde 2018
Nossa usina fotovoltaica tem 60 placas instaladas no telhado da fábrica e gera toda a energia elétrica que consumimos: as máquinas de costura, o setor de corte, a iluminação e o escritório.
A fábrica em Indiana/SP — as placas cobrem o telhado desde 2018
Foi o primeiro investimento ambiental estrutural da fábrica, e o que mais mudou nossa conta de impacto: a produção inteira passou a rodar com energia renovável.
Embalagem biodegradável
A embalagem primária — aquela em que a sua bolsa sai da fábrica — é biodegradável. Ela segue a norma ASTM D6954, com degradação em até 2 anos, e passou por ensaio de ausência de ecotoxicidade.
A embalagem que sai com cada pedido
Norma ASTM D6954 — degradação em até 2 anos
Ensaio de ecotoxicidade — não prejudica plantas nem minhocas
Resíduo final — água, biomassa e CO₂
O retalho de couro não vira lixo
Numa fábrica de bolsas, o retalho é o resíduo principal — e é a pergunta mais justa que alguém pode fazer sobre a nossa produção. A resposta é simples: ele não é descartado.
A maior parte do retalho vira peça pequena aqui mesmo: puxadores, chaveiros e detalhes das próprias bolsas. O que ainda sobra é doado para entidades que trabalham com artesanato.
É por isso que você encontra chaveiros e bag charms no nosso catálogo de acessórios em couro: eles nascem do que sobrou do corte.
Para onde vai cada resíduo
Resíduo
Destino
Retalho de couro
Aproveitado em peças pequenas na própria fábrica
Retalho excedente
Doado a entidades de artesanato
Papelão
Separado e destinado à coleta seletiva do município
Plástico
Separado e destinado à coleta seletiva do município
Por que couro legítimo dura mais
O couro que usamos é subproduto da indústria alimentícia: um material que existiria de qualquer forma e que, em vez de virar descarte, se transforma em algo feito para durar.
E durabilidade é, no fim, o ponto central. Uma bolsa de couro legítimo bem cuidada acompanha você por muitos anos e só fica mais bonita com o tempo, enquanto peças sintéticas — derivadas de petróleo — têm vida útil bem mais curta. Comprar uma peça que dura é mais sustentável do que trocar de bolsa a cada estação.
Tudo é cortado, costurado e revisado aqui em Indiana/SP, por mãos brasileiras. Nossa cadeia é nacional: não há transporte marítimo ou aéreo de mercadoria importada em massa para chegar até você.
E como produzimos sob encomenda — inclusive na cor que a cliente escolher — evitamos a superprodução e o estoque parado, um dos maiores desperdícios da indústria da moda.
Perguntas frequentes
Bolsa de couro é sustentável?
O couro legítimo é subproduto da indústria alimentícia e, por durar muitos anos, substitui várias peças sintéticas de vida curta ao longo do tempo. Na Edubolsas ele ainda é produzido com energia solar e com aproveitamento quase total do retalho, o que reduz o desperdício da fabricação.
A embalagem da Edubolsas é biodegradável?
Sim. A embalagem primária, em que o produto sai da fábrica, segue a norma ASTM D6954, com degradação em até 2 anos, e tem ensaio de ausência de ecotoxicidade — não prejudica plantas nem minhocas ao se decompor.
O que a Edubolsas faz com o retalho de couro?
A maior parte vira peça pequena na própria fábrica: puxadores, chaveiros e detalhes das bolsas. O restante é doado para entidades que trabalham com artesanato.
A fábrica usa energia renovável?
Sim. Desde 2018 temos uma usina solar com 60 placas no telhado da fábrica, que gera toda a energia elétrica consumida na produção.
Vocês produzem em larga escala?
Não. A produção é própria e sob encomenda, em Indiana/SP, o que evita superprodução e estoque parado. É também o que nos permite fabricar qualquer modelo na cor que a cliente escolher.
Feito para durar
Bolsas em couro legítimo produzidas na nossa fábrica, com energia solar e embalagem biodegradável.